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	<title>Casa do Texto</title>
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		<title>Curadoria de conteúdo como estratégia de comunicação</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 12:20:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casa do Texto]]></category>
		<category><![CDATA[curadoria de conteúdo; produção de conteúdo; planejamento de comunicação; internet; estratégia de comunicação; mídias sociais; conteúdo para site; informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Curadoria de conteúdo, quando alinhada à produção de conteúdo, é uma estratégia eficaz para alavancar uma marca na internet.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sua empresa quer participar da internet de forma mais consistente, engajando usuários, mas você não encontra material em volume suficiente para gerar <strong>conteúdo relevante</strong>?</p>
<p>A <strong>curadoria de conteúdo</strong> pode ser uma alternativa interessante neste caso. A ideia é que sua empresa funcione como uma <strong>centralizadora de informações</strong> relevantes sobre o segmento em que ela atua, com postagem de conteúdo que a transforme em <strong>fonte de informação</strong> no setor.</p>
<p>Outro ponto importante é que a curadoria de conteúdo evita postagens redundantes, com informações já tratadas por outras publicações. Assim, você centraliza tudo em sua ferramenta de comunicação e facilita o trabalho do leitor, que vai se habituar a ter, em seu<strong> site ou perfil nas redes sociais</strong>, informações relevantes e atualizadas sobre o assunto de seu interesse.</p>
<p>Só não podemos esquecer que, assim como qualquer outra <strong>ação de comunicação</strong>, esta também deve obedecer a uma <strong>estratégia</strong>, um<strong> planejament</strong>o, e deve estar alinhada à <strong>produção de conteúdo</strong>. Afinal, sua empresa é antenada com as últimas informações do mercado, mas também tem o que dizer, certo?</p>
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		<title>Produção de conteúdo é determinante para resultados de busca</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 13:48:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casa do Texto]]></category>
		<category><![CDATA[busca orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[internauta]]></category>
		<category><![CDATA[link patrocinado]]></category>
		<category><![CDATA[produção de conteúdo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova pesquisa sobre comportamento do usuário nos mecanismos de busca aponta para a importância da produção de conteúdo constante e de qualidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa feita pela WBI aponta que <strong>85% dos usuários preferem os resultados orgânicos</strong> nas buscas realizadas na internet, enquanto 15% vão direto aos links patrocinados. Este é o resultado da “<strong>8ª edição do Raio-x do e-commerce</strong>”, feito em quatro cidades brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo, Blumenau e Porto Alegre.</p>
<p>A pesquisa aponta para o caminho que muitas empresas já adotaram: a <strong>importância da produção de conteúdo constante e de qualidade</strong>. Quando faz uma busca, o usuário não quer só encontrar um serviço ou produto. Ele quer ver também os comentários sobre a marca, conhecer suas características, quem usa e quem não usa; enfim, o consumidor quer saber como a empresa está posicionada na web. Uma das considerações possíveis sobre o resultado da pesquisa é que o consumidor considera mais “confiável” o resultado da busca orgânica, em relação aos links patrocinados.</p>
<p>É importante levar em consideração o motivo que gerou a busca. Se o consumidor já estiver determinado a comprar um produto ou serviço, a probabilidade de clicar em um anúncio sobre o produto é maior do que procurar nos resultados orgânicos por comentários sobre a marca.</p>
<p>O Google continua, disparado, como o motor de busca preferido pelos usuários – nada menos que 93,6%, e 18% das buscas acabam na primeira página, um aumento de quase 6 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior.</p>
<p>Para ver a pesquisa, clique <a href="http://www.wbibrasil.com.br/2012/pesquisas/WBI_BRASIL_-_Pesquisa_mecanismos_busca_2012.pdf">aqui</a>.</p>
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		<title>Versão eletrônica do dicionário Houaiss não registra mais o verbete cigano</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 12:39:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casa do Texto]]></category>
		<category><![CDATA[conceito]]></category>
		<category><![CDATA[dicionário houaiss]]></category>
		<category><![CDATA[etimologia]]></category>
		<category><![CDATA[palavra]]></category>
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		<category><![CDATA[verbete]]></category>

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		<description><![CDATA[Inacreditável, mas é verdade! Por conta de uma ação que é possível classificar, pelo menos, de estúpida, o Ministério Público Federal solicitou a retirada do verbete cigano do Houaiss, por considerá-lo ofensivo. Assim, palavras como cigano (boêmio), judeu (usurário), baianada (coisa malfeita), entre outras, podem perder seu uso adjetivado e tornarem-se apenas substantivos. Ponto negativo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inacreditável, mas é verdade! Por conta de uma ação que é possível classificar, pelo menos, de estúpida, o Ministério Público Federal solicitou a retirada do verbete cigano do Houaiss, por considerá-lo ofensivo. Assim, palavras como cigano (boêmio), judeu (usurário), baianada (coisa malfeita), entre outras, podem perder seu uso adjetivado e tornarem-se apenas substantivos.<br />
Ponto negativo pro MP, que perdeu uma excelente oportunidade de trazer a público que um dicionário apenas registra o uso de palavras ao longo da história; não cabe a um dicionário fazer apologias a este ou àquele grupo, nem definir traços de personalidade, caráter ou o que quer que seja.<br />
O tema central dessa questão é que, ao censurar verbetes com caráter preconceituoso – não nego esta definição e abomino qualquer forma ou prática de discriminação –, a construção da história de uma sociedade fica alijada de peças importantes, e o resultado disso é incerto. Melhor saber que, num determinado momento da história, usurários eram chamados de judeus, mas mostrar que esta acepção da palavra é incorreta, do que simplesmente bani-la da história, como se o termo jamais houvesse existido com tal significado.<br />
Enfim, só há o que lamentar quando um órgão público resolve trocar a etimologia pela ideologia.<br />
<a title="Ciganos x Houaiss" href="http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/curiosidades-etimologicas/ciganos-x-houaiss-depois-virao-judeus-baianos-japoneses/" target="_blank"> Leia mais</a> sobre o caso.</p>
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		<title>Comunicação nas microempresas</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 12:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[canal de comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[microempresa]]></category>
		<category><![CDATA[plano de negócio]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[As microempresas podem e devem entender a comunicação como ferramenta estratégica para os seus negócios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todas as empresas precisam estabelecer <strong>canais de comunicação</strong> com os públicos interno e externo.  O tamanho da empresa determina os recursos disponíveis para este processo, mas a importância de comunicar-se para a sobrevivência no mercado, esta não muda.</p>
<p>O primeiro passo é procurar identificar qual é o seu <strong>tipo de negócio</strong>, e isso não é tão simples quanto parece. São muitas variáveis a serem levadas em conta, e se você não tem um plano de negócios bem definido, o risco de se perder no caminho é grande. Se você ainda não fez um plano de negócios ou precisar de ajuda para elaborá-lo, o Sebrae é um bom caminho.</p>
<p>Se você tem cacife para bancar uma pesquisa de mercado, não pense duas vezes. <strong> Informação é arma importantíssima</strong> para o sucesso de uma empresa. Caso contrário, e essa é a maioria, a internet pode ser uma aliada neste processo. Pesquise o mercado que envolve seu negócio: quem são seus concorrentes, quais suas características positivas e negativas e decida como posicionar-se no mercado.</p>
<p>Embora pareça óbvio, nunca é demais lembrar: algumas ferramentas são baratas, mas não tê-las pode comprometer irreversivelmente o seu negócio. Cartões de visita, material de apresentação e um site, ainda que modesto, mas bem escrito e com design atraente, espantam o amadorismo que muitas vezes toma conta de uma microempresa.</p>
<p>Aliás, <strong>estar na internet é fundamental</strong>, em especial para os pequenos, que têm em mãos um canal poderoso e efetivo de negócios. Muitos potenciais clientes prospectam o mercado e procuram por informações sobre as empresas, em primeiro lugar, na web.</p>
<p>Aproveite as mídias sociais e fale com o mercado, mas <strong>trace uma estratégia</strong> antes. Faça uma análise das principais redes – Orkut, Facebook, Twitter, Blog -, veja onde estão seus potenciais clientes e identifique a linguagem usada em cada uma delas. O principal é preparar-se para participar das redes: dedique um tempo a esta tarefa, ela envolve pesquisa e dedicação. O maior erro cometido pelas empresas é abrir vários canais na web 2.0 e depois abandoná-los. Se você acha que não dá conta de manter as redes abertas, contrate uma empresa para isso (opa, este é o nosso trabalho!). A comunicação empresarial na web 2.0 é um processo de construção de relacionamento, não acontece do dia para a noite.</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Planejamento de comunicação</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 18:24:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casa do Texto]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento de Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[Planejar a comunicação de uma empresa é estratégico para o bom relacionamento com funcionários, parceiros e clientes. Desenvolvemos e executamos estratégias para manutenção e orientação das informações destinadas aos stakeholders.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste">Planejar a comunicação de uma empresa é estratégico para o bom relacionamento com funcionários, parceiros e clientes. Desenvolvemos e executamos estratégias para manutenção e orientação das informações destinadas aos stakeholders. O planejamento desenvolvido pela Casa do Texto envolve:</div>
<div id="_mcePaste">Análise prévia das necessidades e expectativas da empresa e levantamento de informações e histórico.</div>
<div id="_mcePaste">Mapeamento dos stakeholders da empresa.</div>
<div id="_mcePaste">Identificação da ‘voz’ da empresa.</div>
<div id="_mcePaste">Elaboração de processos de comunicação e uso de novas ferramentas.</div>
<div id="_mcePaste">Aplicação e manutenção dos processos aprovados para gestão e produção de conteúdo.</div>
<div id="_mcePaste">Planejar a comunicação de uma empresa é estratégico para o bom relacionamento com funcionários, parceiros e clientes. Desenvolvemos e executamos estratégias para manutenção e orientação das informações destinadas aos stakeholders. O planejamento desenvolvido pela Casa do Texto envolve:Análise prévia das necessidades e expectativas da empresa e levantamento de informações e histórico. Mapeamento dos stakeholders da empresa.Identificação da ‘voz’ da empresa.Elaboração de processos de comunicação e uso de novas ferramentas. Aplicação e manutenção dos processos aprovados para gestão e produção de conteúdo.</div>
</div>
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		<title>Sua empresa nas redes sociais. Está lá?</title>
		<link>http://www.casadotexto.com.br/index.php/sua-empresa-nas-redes-sociais-esta-la/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 18:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem ou mal, as redes sociais digitais vieram para ficar, e as empresas devem preparar-se para participar dessa (não tão) nova forma de comunicação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>comunicação pelas redes sociais digitais</strong> veio para ficar, isso é fato. Estamos aqui falando de <strong>facebook, blog, twitter, linkedin, youtube</strong>, entre tantas outras, além da queridinha da vez, o <strong>pinterest</strong>. Se essas redes vão ter vida longa ou serão substituídas por outras, só o tempo dirá, e pra falar a verdade, pouco importa. O que vale é que a forma de as pessoas comunicarem-se mudou, e as empresas, queiram ou não, fazem parte dessa mudança.</p>
<p>As <strong>empresas</strong> que já entenderam a importância dessa <strong>nova forma de relacionar-se</strong> com o consumidor estão tentando adaptar-se a uma série de mudanças que esse relacionamento impõe, mas quero mesmo é falar das empresas que ainda relutam em participar desse ‘espaço de convívio’.</p>
<p>Realmente, a impressão que se tem ao participar do <strong>ambiente digital</strong> é de estar com a janela da sua empresa escancarada 24 horas por dia, 7 dias por semana. Com isso, as suas qualidades e os seus defeitos estão expostos à análise e julgamento público. O problema é que as empresas estavam acostumados com o ‘<strong>diálogo unilateral’</strong>: eu informo a você, consumidor, que minha empresa é a melhor, tem o melhor produto, o melhor atendimento, a melhor equipe e tudo o mais que possa ser ‘o’ melhor. As opções do consumidor eram: render-se ao aviso e ir correndo comprar ou ter uma má experiência e desistir de aderir à marca; bem verdade que a propaganda negativa do boca a boca podia render uma repercussão negativa e tanto, mas vamos ver como funciona agora.</p>
<p>Para comprar um produto ou contratar um serviço, primeiro <strong>o consumidor vai à internet</strong> ver se a empresa existe mesmo, ou seja, se ela tem um site. Depois, começa uma pesquisa para verificar se há alguma queixa ou reclamação contra ela, enquanto, ao mesmo tempo, ele pergunta aos seus 948 amigos no <strong>facebook</strong> ou seus 3.415 seguidores no <strong>twitter</strong> se conhecem a empresa X. Pode ser que algum dos amigos do seu possível futuro cliente conheça a sua empresa e tenha uma referência positiva sobre ela, mas a grande probabilidade é que algum (ou alguns) outro amigo conheça alguma outra empresa concorrente e indique-a, e assim, lá se vai o seu futuro possível cliente, indicado por um amigo, procurar em outra empresa pelo excelente produto/serviço que a <strong>sua empresa</strong> oferece. O consumidor não é mais passivo, seu comportamento mudou, e ele tem muito mais ferramentas para decidir sobre a compra.</p>
<p>Então, pense mais uma vez, você ainda tem certeza de que não quer participar dessa conversa?</p>
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		<item>
		<title>Empresas x redes sociais. Isso não é uma luta!</title>
		<link>http://www.casadotexto.com.br/index.php/empresas-x-redes-sociais-isso-nao-e-uma-luta/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 19:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casa do Texto]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo britânico, por causa da onda de tumultos e saques em Londres nos últimos dias, quis restringir o uso de redes sociais com a alegação de que os grupos trocavam informações e organizavam as ações por essas redes, especialmente o Twitter, o Facebook e o RIM (Blackberry). A medida, um tanto intempestiva, certamente não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo britânico, por causa da onda de tumultos e saques em Londres nos últimos dias, quis restringir o uso de redes sociais com a alegação de que os grupos trocavam informações e organizavam as ações por essas redes, especialmente o Twitter, o Facebook e o RIM (Blackberry).<br />
A medida, um tanto intempestiva, certamente não levou em conta que essas mesmas redes foram o canal para a organização de mutirões de limpeza depois do quebra-quebra, além de servirem de alerta para boa parte da população evitar os locais de maior perigo.<br />
Agora, o mesmo governo condenou dois jovens por incitação à violência, e descobriram isso monitorando as redes sociais. Não tenho a menor intenção de julgar as ações, tanto do governo quanto dos responsáveis pelos tumultos, mas monitorar os acontecimentos e a participação dos usuários nas redes me parece mais lógico que simplesmente restringir o acesso da população.<br />
E agora que já estamos no quarto parágrafo, você deve estar se perguntando, mas que @#$% as empresas têm a ver com tudo isso? A resposta está no uso das redes.<br />
A maioria das empresas brasileiras está na internet, e os usuários brasileiros estão entre os mais ativos nas redes sociais. Com esse panorama, nada mais natural que sua empresa queira estar no mundo digital, conversando com os consumidores.<br />
E aí, vêm as perguntas sagradas, aquelas que toda empresa que se leva a sério deveria fazer: estamos preparados para participar das mídias sociais? Sabemos como lidar com questionamentos que nunca haviam sido feitos e agora podem se tornar públicos? E nossos funcionários, foram educados a participar do universo digital?<br />
A questão é tão profunda que o governo britânico, que parecia ser tão pronto a lidar com essas mídias, atrapalhou-se, enfiou os pés pelas mãos e provocou contestações em vários países do mundo. Poderia, ao invés disso, ter promovido, por exemplo, ações positivas junto à população.<br />
As mídias sociais são um excelente canal de comunicação com o mercado, talvez o melhor nos dias de hoje. Elas estão alterando a forma como pensamos e nos relacionamos com o mundo, e tenho certeza de que este é só o começo.<br />
Mas este é o seu negócio, a sua empresa, e você provavelmente levou anos construindo a reputação da sua marca. Assim, reflita, pesquise e planeje sobre como, quando e onde agir na web 2.0</p>
]]></content:encoded>
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